Só existe uma coisa pior do que uma banda que não sabe quando encerrar suas atividades: é aquela que volta a existir sem ninguém ter pedido. Mais terrível do que arrastar correntes como um zumbi cadavérico, gravando discos insípidos e de relevância zero [vide o que acontece com o Scorpions e o seu equivocado Humanity - Hour I e o Bon Jovi com o execrável Lost Highway, só pra citar dois exemplos recentes], é tentar retomar algo que não existe mais, tentar soprar as cinzas de um cadáver só para tentar levantar uns trocados, só para tentar voltar aos holofotes da mídia, mesmo que de uma forma canhestra.
Seria esse o caso do Viper? Pode ser que sim, pode ser que não. Mas o que fica evidente é que a “volta” do grupo que revelou [para o bem e para o mal] Andre Mattos e Yves Passarell não poderia ter sido feita de maneira mais equivocada do que aquela apresenta no terrível disco All My Life.
CONFIRA ESSA MATÉRIA NA ÍNTEGRA NA EDIÇÃO 53 DA REVISTA ROCK HARD-VALHALLA. |