Substituir um cara competente e carismático como Bruce Dickinson realmente não era uma tarefa das mais fáceis, mas a escolha de Blaze Bayley – um sujeito boa-praça, que mais parecia um caminhoneiro roqueiro do que qualquer outra coisa – foi uma decisão desastrosa.
Embora algumas (poucas) boas idéias estejam espalhadas ao longo do disco, as vocalizações de Bayley, aliadas aos arranjos - que acentuaram ainda mais a sensação de autoplágio (como se isso fosse possível...) - terminaram por resultar em uma coleção de canções absolutamente esquecíveis.
Ao contrário de X Factor – um bom disco que naufragou até com certa injustiça -, Virtual XI é um exercício de repetição do começo ao fim.
CONFIRA ESSA MATÉRIA NA ÍNTEGRA NA EDIÇÃO 54 DA REVISTA ROCK HARD-VALHALLA.
JÁ NAS BANCAS!
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