Kai, vamos direto ao assunto: as seqüências para álbuns clássicos são um pretexto para falta de criatividade ou um cálculo comercial como muitos críticos suspeitam?
As seqüências estão na moda [risos]. É algo que eu recomendaria para todas as bandas. Ei, vocês: em vez de fazerem um álbum novo, façam logo uma seqüência dos seus álbuns de maior sucesso, assim o disco vende muito mais.
A maioria dos fãs do Gamma Ray aprovou a idéia da seqüência para o Land Of The Free, pelo menos é o que mostra a pesquisa realizada no site da banda.
Fazer uma seqüência como esta é sempre um risco. E nós sabíamos desse risco. No Majestic vocês conheceram o lado negro do Gamma Ray, enquanto o No World Order! foi direcionado para os anos 80. Só que desta vez nós queríamos que as músicas soassem positivas e fossem mais divertidas, exatamente da mesma forma como foi quando lançamos o Land Of The Free original. Durante as nossas reuniões, começamos também a ver muitas semelhanças das novas músicas com o Land Of The Free e então achamos que poderíamos usar o mesmo título, fazendo essa continuação.
CONFIRA ESSA MATÉRIA NA ÍNTEGRA NA EDIÇÃO 54 DA REVISTA ROCK HARD-VALHALLA.
JÁ NAS BANCAS!
|