HOME
EDITORIAL
AGENDA
BANGERS AREA
ENTREVISTAS
UNIVERSOM
ROCK 'N' ROLL JUNKFOOD
MICROFONIA
SEX, DRUGS AND
DRUM MACHINES
TRASH TILL DEATH
MUSICIANS ONLY
ATITUDE
CONCERTS
MESA REDONDA
DEMO SECTION
CLASSICS
COLLECTION
COLLECTION DVD
EDIÇÕES ANTERIORES
ASSINATURAS
PUBLICIDADE
EQUIPE
CONTATO

 


OS INOCENTES RELEMBRAM AS ORIGENS DO PUNK NO BRASIL

Álbum Referencial: PUNK ROCK CLASSICS VOL. I (Vários Artistas) - Participantes: Marcos Gurgel e Jorge Vitzac - Convidados Especiais: Clemente Tadeu e Ronaldo Passos (INOCENTES)

 
 

  O punk rock comemorou 30 anos de existência no ano passado. Na coluna “Microfonia” de nossa 39ª edição nós inclusive fomos os primeiros a relembrar essas três décadas de rock e anarquia. Dando seqüência a esse resgate histórico, para a Mesa Redonda dessa edição decidimos convidar dois precursores do punk no Brasil: o baixista e vocalista Clemente Tadeu e o guitarrista Ronaldo Passos, ambos da lendária banda punk Inocentes.

  Num papo descontraído com nossos enviados, Clemente e Ronaldo falaram sobre a história do punk no Brasil e no mundo, as primeiras formações, a ideologia e também sobre o famigerado emocore, tudo isso ao som da coletânea Punk Rock Classics Vol I, onde grandes bandas da cena nacional tocam os velhos clássicos do estilo. Confira como foi.

 

Faixa 1 – Into The Valley [The Skids] POR PERIFERIA S/A

JV – Tinha muita coisa legal no The Skids, mas eles foram subestimados.

CT – Depois a banda trocou de nome, virou o Big Country. Chegaram até a fazer sucesso. A versão do Periferia para essa música ficou muito boa.

JV – E bem fiel. Existe uma máxima do rock que diz: “Nunca confie em alguém com mais de 30 anos”. E o punk, que era um estilo inovador, tá chegando aos 30. E agora, como fica (risos)?

CT – Há um paradoxo nisso. Vejo um pessoal dizer por aí que temos que manter a tradição punk, sendo que a grande regra do punk foi a de quebrar as tradições. Por isso mesmo que eu gosto mais das bandas de 1977 e da primeira geração do que das bandas de hoje. Você pega o último disco do Inocentes e vê que a gente inventa e re-inventa, embora algumas pessoas achem que não seja legal fazer isso.

 

“Eles [CPM22] tocam bem pra caralho. Só por que estão fazendo sucesso não é mais punk? O punk não se define pela ideologia, mas sim pela música” - Clemente

 

LEIA ESSA MATÉRIA NA EDIÇÃO 42 DA REVISTA ROCK HARD-VALHALLA.

NÚMEROS ATRASADOS A VENDA PELO SITE.

 

 
<< voltar       
    
Editora HMP © 2006 Desenvolvimento - OnePixel Design e Tecnologia