Um dos ideais punks sempre foi a democratização da indústria do entretenimento. Primeiramente através da música, com bandas que dispensavam os anos de estudo em conservatório a fim de conseguir seu objetivo o mais rápido possível. Num momento quase que simultâneo, a indústria da literatura também teve um fomento enorme, com a proliferação dos fanzines, feitos em casa, e distribuídos nos shows, invariavelmente de bandas que mal acabaram de sair das garagens. Mas de certa forma tudo sempre caminhou em paralelo, já que poucos músicos se atreviam a fazer fanzines e vice-versa.
CONFIRA ESSA MATÉRIA NA ÍNTEGRA NA EDIÇÃO 48 DA REVISTA ROCK HARD-VALHALLA.
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