Dependendo do grupo ao qual você pertença, rock pode ser apenas música, “atitude”, religião ou moda. E sendo o rock um aglutinador de espécimes rejeitadas, o estilo se presta adequadamente a ser o porta-voz dos excluídos. Mas o curioso é que existem vários estranhamentos dentro da cena, que em tese deveria ser libertária. Se no próprio rock há muito machismo e preconceito, no metal então nem se fala: o verdadeiro cabeludo tem que provar que é macho pegador, apesar das longas madeixas. Na época da minha mãe, quem usasse cabelo comprido era nada mais nada menos do que homossexual. Como as coisas mudam...
LEIA ESSA MATÉRIA NA EDIÇÃO 46 DA REVISTA ROCK HARD-VALHALLA.
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