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Tenho me defrontado inúmeras vezes com a superficialidade da música atual. As fórmulas são chutes no escuro, sem identidade, postura ou atitude.
Apesar de ter se passado somente 50 anos do surgimento do rock, parecem milênios. Quando converso com as pessoas, sejam elas jovens ou [pasmem] caras cinqüentões, a ignorância, o alheamento e a indiferença são os pré-requisitos. O materialismo reina absoluto, impávido colosso, como um rolo compressor que amassa cérebros, corações e espíritos.
LEIA ESSA MATÉRIA NA EDIÇÃO 45 DA REVISTA ROCK HARD-VALHALLA.
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