Postado em 28 de agosto de 2025 @ 14:49 | 162 views
Julho de 2026 vai marcar 30 anos desde o lançamento da primeira edição da Valhalla. Esse primeiro número saiu no formato de fanzine, com acabamento artesanal, muitos recortes e colagens, quase poderia ser considerado um trabalho primitivo das artes visuais, se não fosse pela sua finalidade comunicacional.
Muitas publicações não consideram seus períodos embrionários na contagem do tempo de mercado. Para mim, a imaturidade, o despreparo e a desabilidade para o trato de um negócio como aquele na época, foram essenciais para fazer emergir o desejo de aprender, se tornar bom, evoluir e fazer cada vez melhor. E assim foi feito.
São 30 anos não apenas da Valhalla, mas de aprendizado, construção, desconstrução, reconstrução, transformações e reinvenções constantes que foram além do ambiente da redação. A Valhalla representa um período desse trabalho que eu continuo levando adiante hoje com a Som do Darma em várias outras frentes do fazer musical no rock e heavy metal, no Brasil e no exterior.
A mudança, portanto, é a única constante nesses 30 anos. Essa mudança movida pelo desejo do que falta. A falta de um novo querer, um novo saber. A falta de uma nova potência!
Quem sabe eu decida fazer algo no ano que vem para celebrar essa marca. Se o fizer, que não seja qualquer forma de trazer o passado de volta para expressão de vaidades, mas sim uma forma de demonstrar respeito a esse contexto histórico que continua me movendo em direção ao desconhecido.
Under News BR
Hellish War celebra 30 anos de carreira no festival “Aço Atômico” em Campinas
Postado em 19 de março de 2026 @ 17:44 | 38 views
Além do Hellish War, evento que acontece no dia 28 de Março também reunirá apresentações de outros grandes nomes do metal brasileiro como Attomica e Blades Of Steel
Há 30 anos o Hellish War vem mantendo a tradição de se fazer heavy metal à maneira clássica. Novas bandas e novas tendências desapareceram tão rapidamente quanto surgiram, ao passo que o Hellish War segue firme mantendo vivo esse legado.
Considerado um dos grupos de heavy metal tradicional mais relevantes do Brasil, o Hellish War passou por pouquíssimas mudanças no line-up e é formado por Bil Martins (vocal), Vulcano (guitarra), Daniel Job (guitarra), JR (baixo) e Daniel Person (bateria).
“Defender Of Metal”, o clássico álbum de estreia do quinteto, foi lançado em 2001 e propagou pelos sete mares a proposta musical da banda: uma sonoridade alicerçada no heavy metal inglês e alemão da década de 80. “Defender Of Metal” tornou-se obra cult, sendo considerado por alguns headbangers alemães da velha guarda como “o melhor disco brasileiro de heavy metal de todos os tempos”!
“Heroes Of Tomorrow”, de 2008, trouxe a banda para níveis superiores em termos de técnica e musicalidade. Não obstante, foi a prova de que era possível se extrair o melhor das produções contemporâneas sem descaracterizar a essência do heavy metal antigo. A imprensa, na época, também destacou as características “europeias” do som do Hellish War: “Heroes Of Tomorrow é um trabalho que muitas bandas europeias gostariam de ter lançado…”, publicou o site grego Metal Temple.
A primeira turnê europeia do Hellish War aconteceu em 2009 e significou o coroamento de um trabalho. Batizada de “European First Assault Tour”, o Hellish War fez oito shows pela Alemanha, Bélgica e Suíça, incluindo três apresentações em festivais, entre eles o mítico “SwordBrothers Festival” na Alemanha. “Live In Germany”, lançado pela Hellion Records em 2010, é o primeiro disco ao vivo da carreira e trouxe o registro dessa turnê. O álbum foi eleito pelo site Heavy Metal Brasil como um dos “melhores discos ao vivo do heavy metal brasileiro de todos os tempos” e praticamente encerrou um ciclo na história da banda.
Lançado na Europa em 2013 pela gravadora alemã Pure Steel Records, “Keep It Hellish” marcou a entrada do vocalista Bil Martins e proporcionou a segunda passagem do Hellish War pelo velho mundo somando sete apresentações em seis países diferentes: Alemanha, Bélgica, Suíça, França, Holanda e Polônia.
“Wine Of Gods” é o título do quarto e mais recente disco de estúdio da banda e foi financiado pelo Proac Editais, programa de investimento direto do Governo do Estado de São Paulo através da Secretaria da Cultura e Economia Criativa. “Wine OF Gods” é apontado por imprensa e público como um dos melhores trabalhos da carreira do quinteto paulista. Além de ter ficado entre os cinco álbuns mais vendidos da loja Die Hard, “Wine Of Gods” colecionou elogios de alguns dos mais importantes jornalistas e críticos de rock do país: “Melhor álbum do Hellish War!” (Leandro Coppi – Roadie Crew); “Uma aula de como se fazer o estilo” (Vitor Franceschini – Arte Metal); “Assombroso no quesito música de qualidade” (Celso Lopes – Rumors Mag). Entre as dez faixas que compõe o disco, “Warbringer” traz a participação especial de Chris Boltendahl do Grave Digger.
Ao longo de sua carreira, o Hellish War já teve o privilégio de tocar ao lado de algumas de suas maiores influências como Saxon, Grave Digger, Armored Saint e o Steve Grimmett’s Grim Reaper, com quem o grupo realizou uma turnê de três shows no Brasil em 2022. E além dos festivais na Europa, aqui no Brasil o Hellish War também já foi atração de importantes eventos como o Roça ‘N’ Roll, o renomado Abril Pro Rock e a segunda edição do Summer Breeze Brasil!
E no sábado, dia 28 de Março, o Hellish War será uma das atrações da primeira edição do “Aço Atômico Metal Fest – Campinas Attack” que acontece no Tetriz Club que fica localizado na Rua Oriente, 425 no bairro Chácara da Barra em Campinas. Além do Hellish War – que fará um show comemorativo aos 30 anos de carreira, com participação especial do ex-vocalista Roger Hammer -, também se apresentam as bandas Attomica, Blades Of Steel, Arma e Havokrow.
Atração do Bangers Open Air 2026, Marenna lança vídeo de “How Long”
Postado em 18 de março de 2026 @ 20:43 | 16 views
Uma produção em parceria com a Colateral Filmes, o vídeo questiona os rumos da sociedade e a necessidade de empatia, reconexão e responsabilidade coletiva
O Marenna chegou em um momento de sua carreira que dispensa apresentações. São mais de 10 anos de estrada estabelecendo protagonismo na cena do hard rock/AOR do Brasil e também do exterior. Quem gosta do gênero, em algum momento já ouviu alguns dos clássicos da banda como “Had Enough”, “You Need To Believe” e “Never Surrender”.
O trabalho mais recente, “Ten Years After”, é um álbum ao vivo que celebra esses primeiros 10 anos de carreira. O disco reúne 10 faixas que foram gravadas durante o show que o Marenna realizou ao lado de Geoff Tate, ex-Queensrÿche, no Tokio Marine Hall em São Paulo. Além das músicas ao vivo, duas inéditas completam o tracklist: “Runaround”, que já é uma das mais ouvidas do repertório da banda disponível no Spotify, e “How Long”, que acabou de ganhar um videoclipe.
“A letra de How Long traz questionamentos que ecoam a inquietação de muitas pessoas diante de um mundo cada vez mais polarizado e distante emocionalmente”, explica o vocalista Rod Marenna. “Em versos como “How long we’ll pay a high price?” e “What do you know about empathy?”, a canção propõe uma reflexão sobre o preço que a sociedade paga pela falta de compreensão e pela desconexão entre indivíduos. Ao mesmo tempo, a música aponta para uma possibilidade de reconstrução.
Ainda de acordo com Rod, “How Long” funciona como uma síntese da expressão criativa do grupo.
“No refrão, questionamos quanto tempo ainda será necessário até que as pessoas retomem o controle sobre suas próprias escolhas e valores. Esse contraste entre tensão e esperança é um dos elementos que definem nossa identidade artística, nossas letras frequentemente abordam resiliência, superação e desenvolvimento pessoal”.
Além de Rod Marenna, o Marenna também conta com Edu Lersch na guitarra, Bife no baixo, Arthur Schavinski na bateria e Luks Diesel nos teclados.
O videoclipe de “How Long” já está disponível no canal do Marenna no Youtube:
Às vésperas de entrar em estúdio para dar início às gravações de seu próximo álbum, o Marenna recebeu duas notícias muito impactantes para sua carreira.
A primeira foi a confirmação da banda como atração do Bangers Open Air em sua edição 2026. O grupo se apresenta no primeiro dia do festival, 25 de Abril.
Esse show promete se destacar como alguns daqueles mais importantes da carreira do Marenna, tanto quanto o já citado com Geoff Tate, além, é claro, do fenomenal show de abertura para o Scorpions no estádio Gigantinho, na capital gaúcha, as apresentações ao lado de outros grandes nomes do rock mundial como Glenn Hughes, Eric Martin, Crazy Lixx, Danny Vaughn, Fábio Lione, como banda de apoio de Marco Mendoza (Whitesnake/Journey), sem contar a turnê europeia que o grupo realizou em Novembro do ano passado e que contou com seis shows em seis países diferentes, inclusive em grandes capitais como Paris, Amsterdam e Londres, onde o grupo se apresentou no Cart and Horses, lendário pub na zona leste de Londres onde o Iron Maiden iniciou sua carreira.
A segunda notícia, e não menos importante, foi o anuncio de que o Marenna é a nova banda apoiada pelo Wacken Foundation!
O Marenna agora associa-se a uma das marcas e ao festival mais relevante de metal de todos os tempos e foi contemplada com uma ajuda financeira muito relevante em Euros para a produção de seu novo disco de estúdio que já está sendo gravado e será lançado em 2026.
“Ten Years After ” foi lançado em CD pela Classic Metal e ocupou a segunda posição entre os mais vendidos da Die Hard na Galeria do Rock.
O CD pode ser adquirido neste link: https://classicmetal.com.br/produto/ten-years-after/
Com mais de 35 anos de estrada, Kappa Crucis anuncia nova formação e gravação de álbum inédito
Postado em 23 de fevereiro de 2026 @ 20:35 | 17 views
Os veteranos do heavy rock do Vale do Ribeira estão de volta aos estúdios e recentemente também lançaram uma live no Youtube
Formada em 1990 em Apiaí/SP, região do Vale do Ribeira, o Kappa Crucis é sempre lembrado com carinho pelo público da velha guarda, principalmente pelos entusiastas do chamado heavy rock.
Capitaneada pelos dois membros da formação original da banda, o baterista Fabio Dória e o vocalista e guitarrista Gerson Fischer, e também integrada pelo tecladista de longa data, Alex Stefanovich, e o novo baixista Francisco Martins, o primeiro registro em estúdio do Kappa Crucis foi a demo-tape “Algol – The Demon Star”, lançada
em 1997. Desde então vieram várias outras demos, o disco de estreia, “Jewel Box” de 2009, e em 2014 lançaram seu trabalho de estúdio mais recente intitulado “Rocks”.
Assim como seus antecessores, “Rocks” arrancou muitos elogios da crítica especializada. Especialmente por conta da identidade musical do Kappa Crucis. “Desde que coloquei ‘Rocks’ para rodar estou tentando encaixá-lo em algum estilo. Resultado: não consegui”. Essa declaração do jornalista Christiano Gomes, do site e programa mineiro Mondo Metal, há época, ilustra bem a questão.
Na eleição realizada em 2014 entre os leitores do site Heavynroll, “Rocks” rendeu ao Kappa Crucis nada menos que seis indicações entre os melhores daquele ano: 02º Melhor Tecladista para Alex Stefanovich, 03º Melhor Baixista para Ricardo Tramontin, 04º Melhor Vocalista para Gerson Fischer, 04º Melhor Baterista para Fábio Dória, 05º Melhor Guitarrista para Gerson Fischer e 06º Melhor Disco.
De fato, ao longo de mais de 35 anos, o Kappa Crucis sempre se manteve fiel a sua identidade sonora. Não se trata de fidelidade estética – por mais que a banda seja, por vezes, classificada como heavy rock – mas sim uma questão de sempre fazer aquilo que vem do coração, mesmo que seja “fora de moda”.
E é com esse mesmo espírito que, depois de um período de desafios pessoais enfrentados pelos integrantes da banda, o Kappa Crucis está de volta ao Gersom Project Studio, em Apiaí/SP, para a gravação de seu novo álbum. “Começamos a trabalhar letras e ideias iniciais de 10 músicas logo após o lançamento do Rocks, mas então veio a pandemia e tivemos que desacelerar os trabalhos. Após isso tivemos a substituição de baixista e problemas de ordem pessoal. Mas aqui estamos nós agora, em pé, gravando no mesmo estúdio que registramos nossos dois álbuns anteriores. Já gravamos baterias de três músicas e temos muito trabalho pela frente”, declarou o baterista Fábio Dória.
Além das gravações do terceiro e novo álbum, o Kappa Crucis lançou em dezembro de 2025 uma live session também registrada no Gersom Project Studio com cinco músicas; “School Of Life”, “Invisible Man” e “Mecathronic”, todas de “Rocks”, além de “Back To The Water” e o clássico “Judgement”, ambas de “Jewel Box” de 2009.
Assista a performance ao vivo da banda no Youtube: https://youtu.be/iyvGcOMbpo0?si=gbjMurihT0l7Q8-Q
Uma das principais vozes do doom metal mundial, Robert Lowe traz clássicos do Candlemass e Solitude Aeternus em turnê inédita no Brasil com o projeto Disciples Of Doom
Postado em 13 de fevereiro de 2026 @ 20:29 | 11 views
O músico norte-americano faz três apresentações no país em abril – dia 10 em São Paulo, 11 em Sorocaba e 12 no Rio de Janeiro. Midgard e Loss são as bandas convidadas na turnê
O vocalista norte-americano Robert Lowe é considerado uma das vozes mais emblemáticas do doom metal mundial, tanto pela sua importância no Solitude Aeturnus — ajudando a consolidar o epic doom como um subgênero — quanto pela sua contribuição à trajetória de uma das maiores bandas do estilo, o Candlemass.
Natural do estado do Texas, Robert Lowe iniciou sua carreira artística no começo dos anos 80 através das bandas The Holy e Graven Image. A partir de 1988, assume como vocalista do Solitude Aeternus e faz história no cenário do metal mundial, ajudando a consolidar o gênero epic doom metal ao lado do Candlemass e do Trouble. Com o Solitude Aeternus, Robert Lowe foi o vocalista em todos os seis álbuns de estúdio e é integrante da banda até os dias de hoje.
Entre 2006 e 2012, Robert Lowe faz história novamente ao assumir o posto de vocalista do Candlemass, substituindo Messiah Marcolin.
Com o Candlemass, Robert Lowe gravou três álbuns: “King Of The Grey Islands” de 2007, “Death Magic Doom” de 2009 e “Psalms For The Dead” de 2012. São desses álbuns alguns dos novos clássicos do Candlemass como “Hammer Of Doom”, “Emperor of the Void”, “The Sound Of Dying Demons” e “Devil Seed”.
E são esses novos e velhos clássicos do Candlemass, além dos hinos de epic doom metal do Solitude Aeternus, que Robert Lowe pretende apresentar com o projeto Disciples Of Doom em turnê inédita no Brasil. Serão três shows em abril: dia 10 no La Iglesia em São Paulo, dia 11 no The Devil’s Pub em Sorocaba e dia 12 no Experience Music no Rio de Janeiro.
Acompanhando Robert Lowe, estarão os músicos brasileiros Fabio Carito, no baixo, e Bruno Luiz, na guitarra. Ambos já acompanharam diversos músicos consagrados com o Warrel Dane, Udo, Michael Vescera, Ripper Owens, Metalium, Fabio Lione, Adrian Vandenberg e Roland Grapow. Completa a banda de Robert Lowe o baterista Rodrigo Abelha (StormSons, Rod Rodrigues).
Duas bandas foram convidadas para fazerem os shows de abertura nesta primeira turnê de Robert Lowe no Brasil: Midgard e Loss.
Formada em 1999 em Bauru/SP, a Midgard é um dos nomes mais tradicionais do heavy doom metal brasileiro. A banda consolidou sua trajetória no cenário underground e voltou com força nos últimos anos com o álbum “Verdugos”, além do EP “Echo Fractum”, que reafirma sua identidade sombria. Ao longo da carreira, já dividiu palco com nomes como Helloween e Leather Leone, fortalecendo sua relevância na cena nacional.
A mineira Loss vem se destacando no cenário do heavy rock brasileiro com composições marcantes e presença internacional. Seu trabalho mais recente, “The Human Factor”, ampliou a projeção da banda, que realizou em 2025 sua segunda turnê pela Europa passando por cidades como Paris, Amsterdã e Londres, onde se apresentou no histórico Cart and Horses, pub que marcou o início da carreira do Iron Maiden nos anos 70.
Além dos três shows, no dia 09 de abril, a partir das 13h, Robert Lowe também fará uma sessão de autógrafos na renomada loja London Calling na Galeria do Rock. No mesmo dia a noite, o vocalista estará no The Metal Bar em São Paulo para um Meet and Greet com os fãs.
Disciples Of Doom: Robert Lowe sings Candlemass and Solitude Aeternus
Serviço São Paulo
Data: 10 de abril de 2026
Horário: 19h
Local: La Iglesia – Rua João Moura, 515 – Galpão 06 – Pinheiros – São Paulo/SP
Bandas Convidadas: Loss e Midgard
Ingressos: 101Tickets.com.br
Mais Informações: instagram.com/caveiravelhaproducoes
Serviço Sorocaba:
Data: 11 de abril de 2026
Horário: 17h
Local: The Devil’s Pub – Rua João Mendes Gomes, 31 – Sorocaba/SP
Bandas Convidadas: Loss, Midgard, Nightspell e mais uma banda surpresa
Ingressos: 101Tickets.com.br
Mais Informações: www.instagram.com/the.devils.pub
Serviço Rio de Janeiro:
Data: 12 de abril de 2026
Horário: 17h
Local: Experience Music – Rua Riachuelo, 20 – Lapa – Rio de Janeiro/RJ
Bandas Convidadas: Loss, Midgard e Pombajira
Ingressos: bilheto.com.br
Mais Informações: instagram.com/bemagicprod