Editorial

Valhalla – 30 Anos!
Postado em 28 de agosto de 2025 @ 14:49 | 225 views

Julho de 2026 vai marcar 30 anos desde o lançamento da primeira edição da Valhalla. Esse primeiro número saiu no formato de fanzine, com acabamento artesanal, muitos recortes e colagens, quase poderia ser considerado um trabalho primitivo das artes visuais, se não fosse pela sua finalidade comunicacional.

Muitas publicações não consideram seus períodos embrionários na contagem do tempo de mercado. Para mim, a imaturidade, o despreparo e a desabilidade para o trato de um negócio como aquele na época, foram essenciais para fazer emergir o desejo de aprender, se tornar bom, evoluir e fazer cada vez melhor. E assim foi feito.

São 30 anos não apenas da Valhalla, mas de aprendizado, construção, desconstrução, reconstrução, transformações e reinvenções constantes que foram além do ambiente da redação. A Valhalla representa um período desse trabalho que eu continuo levando adiante hoje com a Som do Darma em várias outras frentes do fazer musical no rock e heavy metal, no Brasil e no exterior.

A mudança, portanto, é a única constante nesses 30 anos. Essa mudança movida pelo desejo do que falta. A falta de um novo querer, um novo saber. A falta de uma nova potência!

Quem sabe eu decida fazer algo no ano que vem para celebrar essa marca. Se o fizer, que não seja qualquer forma de trazer o passado de volta para expressão de vaidades, mas sim uma forma de demonstrar respeito a esse contexto histórico que continua me movendo em direção ao desconhecido.


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Armadilha promove confluência do heavy metal latino-americano com shows em São Paulo ao lado do Feedback do Chile e Acido do Uruguai
Postado em 26 de agosto de 2026 @ 16:28 | 9 views

Serão duas datas em setembro, dia 04 no Tetris em Campinas e dia 05 no Red Star em São Paulo quando a banda também faz o show de lançamento de seu novo álbum, “Além do Limite Astral”

 

A banda paulistana Armadilha foi criada em 2010 e hoje é formada por Pedro Zupo (vocais), Greg Bondezam (guitarra), Denys Garcia (guitarra), Pedro Cavichiollo (baixo) e Marcelo S.O.S. (bateria).
Esses cinco headbangers encaram seu trabalho com tamanho significado que praticamente enunciam o heavy metal por uma perspectiva antropológica.
A começar pela sua estética musical que remete aos pioneiros do heavy metal brasileiro como Stress, Avenger, Centúrias, Azul Limão, entre outros, ou seja: heavy metal tradicional cantado em português, embora não sustentado pela repetição, mas sim pela produção de diferença.

Não obstante, o heavy metal do Armadilha é processo, multiplicidade, pois a banda amplifica territórios e vai dialogar com bandas do mesmo gênero em toda América Latina. Para isso, inauguraram um novo dispositivo de confluência do heavy metal latino-americano: a sigla “NLHMLA”, “Nueva Linea del Heavy Metal LatinoAmericano” ou “Nova Linha do Heavy Metal Latino-Americano”, cujo propósito é lançar um novo olhar para o heavy metal latino de forma integrada com o objetivo de potencializar a produção do gênero em todo território.

E para colocar em prática esse dispositivo, o Armadilha fará dois shows no estado de São Paulo em setembro ao lado do Feedback, primeira banda de heavy metal do Chile, e Acido, primeira banda de heavy metal do Uruguai.
No dia 04 de setembro, sexta-feira, o show rola no Tetris, em Campinas. Com produção da Tragic Magic, o Hellish War também se junta às três bandas para tornar essa noite ainda mais especial. Os ingressos para o show de Campinas estão à venda pela 101Tickets.
Já no sábado, dia 05, o show acontece na capital paulista no Red Star e também contará com a participação do Vingança Suprema. Os ingressos estão à venda pelo Sympla e nesse show o Armadilha fará o lançamento de seu novo álbum de estúdio, “Além do Limite Astral”.

“Além do Limite Astral” promete ser a obra-mestra na discografia do Armadilha que, até aqui, conta com os álbuns “Choque Elétrico” (2013), “Sangue de Ferro” (2021), o single “Missão Metálica” (tributo ao Avenger) e o split com o Pronoia do Chile, “Ataque en Vivo!”.

“Além do Limite Astral” foi mixado e masterizado por Val Santos e vai reunir nove faixas inéditas: “Além do Limite Astral”, “Sangue Por Sangue”, “Velhos E Eternos”, “Ataque”, “Irmandade Do Aço”, “Erga Seus Punhos Ou Baixe Sua Voz”, “Headbanger”, “Xeque Mate” e “Born In The Streets”.
Entre o tracklist, destaque para “Hermandad de Acero” que reúne músicos de diversos países da América Latina em uma celebração da união do heavy metal latino-americano e que consolida a sigla “NLHMLA”; “Velhos e Eternos” que é uma homenagem aos pioneiros do heavy metal brasileiro e “Born In The Streets” que é um cover do Hirax, presente na primeira DT da banda.

“Além do Limite Astral é o nosso trabalho mais honesto e focado em romper fronteiras, sejam mentais ou as geográficas do nosso continente”, comenta o guitarrista Greg Bondezam.
“O álbum consolida de vez a união da cena através da NLHMLA, ganhando força na faixa “Hermandad de Acero”, que reúne músicos de países vizinhos.
A produção exigiu muito da banda. Com as baterias captadas à parte, assumi a coordenação das cordas, as gravações de baixo e a coprodução de áudio. A banda toda trabalhou nos arranjos vocais até a finalização do Pedro Zupo. Entregamos o material pré-ajustado ao Val Santos para mixagem e masterização, focando em guitarras bem definidas e uma bateria extremamente forte. O disco é totalmente orgânico e feito à mão, refletido também na arte da capa e encarte, pintados a óleo pelo Zupo”.

Pedro Zupo também acrescentou sobre a importância de “Além do Limite Astral” na discografia do Armadilha e sobre o valor simbólico dos shows de setembro.
“O Armadilha ressurgiu e esse terceiro álbum não é apenas mais um disco e sim o nosso ressurgimento. Diante disso, acreditamos que deveríamos, definitivamente, hastear a bandeira de nosso ideal desde o princípio: amar o heavy metal na sua mais pura e tradicional essência e, por consequência, sua história. Nesses dois shows de setembro, tocaremos com a história viva, Feedback e Acido, as primeiras bandas de heavy metal de seus países, além de amigos de longa data como Vingança Suprema e Hellish War. Não são só mais dois shows, serão celebrações ao que faz o heavy metal ser o que é em nosso continente e estamos felizes por fazer parte disso”

Enquanto “Além do Limite Astral” não chega às lojas de Cds e às plataformas de streaming, assista o mais novo vídeo de “Velhos e Eternos”:

 

Assista também os vídeos dos dois mais recentes singles do Armadilha:
“Motín en Occidente” (cover do Arkangel, a primeira banda de heavy metal da Venezuela e da América Latina): https://youtu.be/Z80e3aJeBXQ?si=vxwY6ikyOBTcpgci
“¿500 Años de Qué?” (cover do Tren Loco da Argentina): https://youtu.be/4nC0HSedoYU?si=lGyZmbAk8wVUeqrK

A versão em CD de “Além do Limite Astral” será um lançamento da Dies Irae.



Infernal Course anuncia participação de Kristina Vega, ex-vocalista da Cobra Spell, em música de seu novo álbum
Postado em 26 de agosto de 2026 @ 16:19 | 9 views

“Prince of Darkness”, faixa de “Pandemic Politic”, é baseada em uma história real sobre violência contra as mulheres

 

Formado na cidade de São Roque, interior de São Paulo, em 2001, o Infernal Course é uma das bandas mais respeitadas e admiradas pelos fãs de metal extremo no Brasil.
Isso porque, além da comprovada qualidade técnica e criativa, o grupo sempre se manteve fiel à estética original do death metal old school, dando sequência ao legado iniciado pelos grandes pioneiros do estilo como Possessed, Morbid Angel, Deicide, Sodom e Death.

Desde sua primeira demo autointitulada, que foi considerada pela renomada revista Valhalla como a “Melhor Demo Tape de 2003”, o Infernal Course vem construindo uma base fiel de fãs e seguidores. Tanto é que o debute “The Devil’s Sentence of Destruction” foi um dos lançamentos mais aguardados do estilo em 2009. Quando o sucessor “Impaled Society” foi lançado em 2016, o Infernal Course já era um nome relevante da cena nacional do metal e o álbum foi super elogiado pela imprensa especializada. “Fallen Gods” e “Marching In Hell”, que estão o tracklist, tornaram-se clássicos do death metal brasileiro de todos os tempos.

Passado consolidado, eis que um novo curso infernal está para ser trilhado em 2026. “Pandemic Politic” será o título do terceiro e novo album que o Infernal Course lançará ainda nesse ano.
“Pandemic Politic” foi gravado em São Paulo/SP no estúdio EMMP com produção do próprio guitarrista/vocalista da banda, Paulo Serafim, e vai reunir 11 faixas: “Mystifying”, “Blind Faith”, “Lucifer’s Night”, “From Deeply In Hell”, “Princess Of Darkness”, “Pandemic Politics Of Shit”, “The Evil Is By Your Side”, “Bloodied Skies”, “Masturbation For Divine”, “Divine Insanity”, “Feast From The Devil”, além de duas faixas bônus, “The Devil’s Sentence Of Destruction” e “Judas Be My Guide”, cover do Iron Maiden.

Entre os destaques do tracklist, está a faixa “Princess Of Darkness” que é baseada numa história real sobre abuso contra as mulheres. Paulo Serafim explicou um pouco mais sobre o contexto da composição.
“Diariamente ouvimos relatos de violência e abuso contra mulheres. A música “Prince of Darkness” fala sobre uma garota abusada por um príncipe que, protegido por sua coroa, nega as acusações e segue sua vida, impune. Essa história real terminou de forma trágica, com a morte dessa mulher uma semana após termos finalizado a música. Seria simbólico, portanto, termos uma participação feminina nessa música.”

A participação a que Paulo se refere é de ninguém menos que Kristina Vega, ex-vocalista da Cobra Spell.
“Ela absorveu a intensidade da letra e entrou no personagem, utilizando toda a versatilidade de sua voz para nos brindar com uma interpretação de profundidade única, que levou a canção para uma dimensão que não imaginávamos”. Comentou Paulo sobre a participação da vocalista espanhola que hoje segue à frente da banda de prog metal Serapis Project.

Kristina Vega, por sua vez, também falou sobre sua participação em “Princess Of Darkness”.
“Desde que pisei no Brasil pela primeira vez, durante a turnê do Cobra Spell em 2024, me apaixonei pelo país e fiquei com muita vontade de colaborar com uma banda brasileira algum dia. Graças ao Eliton Tomasi da Som do Darma, conseguimos tornar isso possível. Foi um grande prazer trabalhar com o Infernal Course nessa música incrível, onde também pude mostrar um lado mais gutural da minha voz. Também foi muito especial poder dar voz a uma história tão forte e real, através de uma mensagem tão poderosa e relevante nos dias de hoje. Espero muito que vocês gostem. E espero poder voltar ao Brasil em breve, desta vez com a minha banda do Prog Metal, SerapiS Project.”

“Pandemic Politic” será lançado através de um projeto de financiamento coletivo que o Infernal Course está promovendo através da plataforma Kickante.
Como todo projeto de crowdfunding, “Pandemic Politic” do Infernal Course também prevê uma série de recompensas para seus apoiadores que foram divididas em seis pacotes diferentes. Entre os itens desses pacotes de recompensas estão unidades do CD prensado com a arte do álbum, encarte e letras; camisetas; bonés e convite VIP para o evento de lançamento do álbum para a imprensa em São Paulo.
Para participar, basta acessar esse link: https://www.kickante.com.br/crowdfunding/infernal-course-pandemic-politic

Além de Paulo Serafim, o Infernal Course também é formado pelo vocalista e baixista Marcel Infernal, o guitarrista Leonardo Demônio e o novo baterista da banda, Rodrigo Star.



Seeker Becomes Seer: um abismo de memória, presente e devir do rock/metal
Postado em 26 de agosto de 2026 @ 15:53 | 9 views

A banda foi formada em 2025, nos estúdios do Sonastério, em Nova Lima, e seu disco de estreia, autointitulado, já está disponível nas plataformas de streaming

 

Seja na apreciação do mundo natural, seja na investigação da psique humana, há sempre uma dimensão temporal de deslocamento e, portanto, de tensão.
Elaborar passado e futuro na aspiração a um subsequente presente homeostático pode sugerir, talvez, uma definição de “vida boa”.
Mas na temporalidade da música a lógica prega suas peças. Mesmo quando tudo se harmoniza, parece haver na música um desejo constante de movimento, uma vontade própria dos sons de completar alguma coisa que sempre falta. Viradas, contrapontos, dobras. A música é o próprio tempo, um encontro constante entre o que precede, o que falta e o que está por vir. Mesmo quando uma canção chega ao seu fim.

No rock/metal contemporâneo esse movimento, porém, parece espelhar o mito de Sísifo. Como se houvesse uma desconexão temporal entre o clássico e o contemporâneo na busca por um sentido expressivo. Um abismo de possibilidades criativas separando o que poderia estar num mesmo compasso. O Seeker Becomes Seer emerge desse abismo, reorganizando memórias e expectativas num enunciado próprio, fazendo-se valer do desconhecido para a produção de diferença. O Seeker Becomes Seer nos disponibiliza, literalmente, um presente: o devir do rock/metal.

O Seeker Becomes Seer foi formado em 2025 nos estúdios do Sonastério, em Nova Lima/MG, por onde já passaram artistas de enorme relevância como Milton Nascimento, Gal Costa, Ney Matogrosso, Lô Borges, Angra, entre muitos outros. Parece haver, de fato, uma relação entre a formação da banda dentro de um dos estúdios mais importantes do país e a sua expressão musical tão genuína. É como se as paredes dos estúdios tivessem reverberado a genialidade desses artistas para o rock/metal do Seeker Becomes Seer.

Atualmente formado por Lucas Donnard (vocal), Bruno Barros (guitarra e backing vocals), Rodrigo Peixoto (guitarra), Filipe Marks (baixo) e Thiago Caeiro (bateria), o autointitulado álbum de estreia do Seeker Becomes Seer foi lançado neste ano de 2026 e reúne nove faixas: “C137”, “Be Not Afraid”, “Blood, Fire, Doom & Death”, “500 Years”, “It Follows”, “Skeleton Key”, “Black Sun Rising”, “Quaestio Mihi Factus Sum” e “Seeker Becomes Seer”.

Nomear a musicalidade de “Seeker Becomes Seer”, enquanto álbum, é uma indução ao erro. Não há uma só referência, não há uma só estética. Em “Seeker Becomes Seer” há apenas – e, portanto, tudo – potência para o que foi e o que ainda não o é.

As faixas “C137”, “Blood, Fire, Doom & Death”, “500 Years” e “It Follows” ganharam videoclipes que foram disponibilizados antes do lançamento do álbum e estão disponíveis no canal da banda no YouTube. Já “Skeleton Key” é a mais recente a ser lançada também como vídeo.

O álbum de estreia do Seeker Becomes Seer foi lançado nas plataformas de streaming mas também será disponibilizado nos próximos meses em CD.

Ouça “Seeker Becomes Seer” nas plataformas digitais:
Spotify: https://bit.ly/4wqaDyb
Deezer: https://bit.ly/4g81EM1
Apple Music: https://bit.ly/4wro5lC
Youtube: https://bit.ly/4y1vQA3

O Seeker Becomes Seer também já se prepara para estrear nos palcos com shows em Belo Horizonte e São Paulo entre o final de 2026 e início de 2027.



Hellish War celebra 30 anos de carreira no festival “Aço Atômico” em Campinas
Postado em 19 de março de 2026 @ 17:44 | 85 views

Além do Hellish War, evento que acontece no dia 28 de Março também reunirá apresentações de outros grandes nomes do metal brasileiro como Attomica e Blades Of Steel

 

Há 30 anos o Hellish War vem mantendo a tradição de se fazer heavy metal à maneira clássica. Novas bandas e novas tendências desapareceram tão rapidamente quanto surgiram, ao passo que o Hellish War segue firme mantendo vivo esse legado.

Considerado um dos grupos de heavy metal tradicional mais relevantes do Brasil, o Hellish War passou por pouquíssimas mudanças no line-up e é formado por Bil Martins (vocal), Vulcano (guitarra), Daniel Job (guitarra), JR (baixo) e Daniel Person (bateria).

“Defender Of Metal”, o clássico álbum de estreia do quinteto, foi lançado em 2001 e propagou pelos sete mares a proposta musical da banda: uma sonoridade alicerçada no heavy metal inglês e alemão da década de 80. “Defender Of Metal” tornou-se obra cult, sendo considerado por alguns headbangers alemães da velha guarda como “o melhor disco brasileiro de heavy metal de todos os tempos”!

“Heroes Of Tomorrow”, de 2008, trouxe a banda para níveis superiores em termos de técnica e musicalidade. Não obstante, foi a prova de que era possível se extrair o melhor das produções contemporâneas sem descaracterizar a essência do heavy metal antigo. A imprensa, na época, também destacou as características “europeias” do som do Hellish War: “Heroes Of Tomorrow é um trabalho que muitas bandas europeias gostariam de ter lançado…”, publicou o site grego Metal Temple.

A primeira turnê europeia do Hellish War aconteceu em 2009 e significou o coroamento de um trabalho. Batizada de “European First Assault Tour”, o Hellish War fez oito shows pela Alemanha, Bélgica e Suíça, incluindo três apresentações em festivais, entre eles o mítico “SwordBrothers Festival” na Alemanha. “Live In Germany”, lançado pela Hellion Records em 2010, é o primeiro disco ao vivo da carreira e trouxe o registro dessa turnê. O álbum foi eleito pelo site Heavy Metal Brasil como um dos “melhores discos ao vivo do heavy metal brasileiro de todos os tempos” e praticamente encerrou um ciclo na história da banda.

Lançado na Europa em 2013 pela gravadora alemã Pure Steel Records, “Keep It Hellish” marcou a entrada do vocalista Bil Martins e proporcionou a segunda passagem do Hellish War pelo velho mundo somando sete apresentações em seis países diferentes: Alemanha, Bélgica, Suíça, França, Holanda e Polônia.

“Wine Of Gods” é o título do quarto e mais recente disco de estúdio da banda e foi financiado pelo Proac Editais, programa de investimento direto do Governo do Estado de São Paulo através da Secretaria da Cultura e Economia Criativa. “Wine OF Gods” é apontado por imprensa e público como um dos melhores trabalhos da carreira do quinteto paulista. Além de ter ficado entre os cinco álbuns mais vendidos da loja Die Hard, “Wine Of Gods” colecionou elogios de alguns dos mais importantes jornalistas e críticos de rock do país: “Melhor álbum do Hellish War!” (Leandro Coppi – Roadie Crew); “Uma aula de como se fazer o estilo” (Vitor Franceschini – Arte Metal); “Assombroso no quesito música de qualidade” (Celso Lopes – Rumors Mag). Entre as dez faixas que compõe o disco, “Warbringer” traz a participação especial de Chris Boltendahl do Grave Digger.

Ao longo de sua carreira, o Hellish War já teve o privilégio de tocar ao lado de algumas de suas maiores influências como Saxon, Grave Digger, Armored Saint e o Steve Grimmett’s Grim Reaper, com quem o grupo realizou uma turnê de três shows no Brasil em 2022. E além dos festivais na Europa, aqui no Brasil o Hellish War também já foi atração de importantes eventos como o Roça ‘N’ Roll, o renomado Abril Pro Rock e a segunda edição do Summer Breeze Brasil!

E no sábado, dia 28 de Março, o Hellish War será uma das atrações da primeira edição do “Aço Atômico Metal Fest – Campinas Attack” que acontece no Tetriz Club que fica localizado na Rua Oriente, 425 no bairro Chácara da Barra em Campinas. Além do Hellish War – que fará um show comemorativo aos 30 anos de carreira, com participação especial do ex-vocalista Roger Hammer -, também se apresentam as bandas Attomica, Blades Of Steel, Arma e Havokrow.

Os shows estão programados para acontecer a partir das 17h. Os ingressos estão à venda pelo Sympla:
https://www.sympla.com.br/evento/metal-fest-na-casa-tetriz/3325037

 



 
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